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Governo do Estado busca humanizar atendimento na rede básica para pessoas com HIV

Capacitação de profissionais da rede básica é coordenada pela SVS e ocorre de 24 a 27 de agosto. O objetivo é nivelar o atendimento humanizado para pessoas que vivem com HIV.

Por Redação
25/08/2021 19h00

A capacitação está ocorrendo no LACEN/SVS.

 

O Governo do Amapá, através da Superintendência de Vigilância em Saúde do Amapá (SVS), realiza esta semana, no auditório do Lacen, uma capacitação com os profissionais de saúde do atendimento básico de Macapá. O objetivo é humanizar ainda mais o atendimento às pessoas que vivem com HIV.

Macapá tem hoje cerca de 6 mil pessoas que vivem com HIV e a grande maioria delas - as que levam o tratamento de saúde que é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS)-, vive uma vida comum, com cargas virais abaixo do detectável e que, portanto, não tem nenhum motivo para receberem tratamento diferenciado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos municípios.

Aline Miranda Campos, Assistente Social da Unidade de Doenças Transmissíveis (UDT/SVS), explicou que muitas vezes este público, ao procurar uma UBS tem um atendimento diferente, mais complexo, sem necessidade de que seja assim. Por isso, profissionais de saúde que atuam no primeiro atendimento passam por esse treinamento e nivelamento.

“É um paciente como todos os outros. Precisa ter seu acesso facilitado nas unidades básicas. Às vezes, ele nem precisa de muita coisa, quer apenas ser ouvido e atendido por uma equipe e pronto. Estamos dando instrumentos para que as UBSs recebam esse paciente”, explicou a assistente social.

Aline contou que neste primeiro momento há profissionais das UBS Lélio Silva, Congós, Rosa Moita, Álvaro Corrêa e Marcelo Cândia, e que este é apenas o projeto piloto que deve capacitar servidores de saúde de todos os municípios do Amapá.

Macapá


As equipes de saúde que estão participando veem a ação com entusiasmo.

Fernando Oliveira, coordenador de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST/PMM), falou da oportunidade de integrar o serviço para melhor atender essa população. Segundo o ele, os 6 mil pacientes soropositivos de Macapá estão todos sendo encaminhados ao Serviço de Atendimento Especializado (SAE), que é uma estrutura do Estado, quando o município tem total capacidade de também atender esta demanda e assim deseja fazê-lo.

“O município, sensível à necessidade do Estado de expandir o serviço à essa população, está somando as forças para desafogar esse atendimento e conseguir dar resolutividade na vida desses pacientes. A gente vai conseguir desestigmatizar o atendimento”, declarou Fernando.

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