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Com reestruturação e inovação, Governo do Estado apresenta a empresários novos rumos para o programa Selo Amapá

Café empresarial marcou nova fase para o ecossistema que hoje certifica mais de 1,3 mil produtos de origem amapaense.

Por Fabiana Figueiredo
27/03/2025 18h01
Agência Amapá apresenta a empresários novos rumos para o programa Selo Amapá

Com foco na inovação e em novos benefícios, o Governo do Estado reestrutura o Selo Amapá, programa referência no estímulo e valorização da bioeconomia, que certifica mais de 1,3 mil produtos de origem amapaense. Nesta quinta-feira, 27, a Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá) promoveu o "Café Empresarial" para apresentar a empresários os novos rumos do programa.

“O Selo Amapá é o maior programa de bioeconomia da Amazônia hoje. Coloca padrão e inovação no mercado, agrega valor e promove quem está industrializando o Amapá. Com inovação na estratégia, propomos instrumentos para atrair mais investimentos ao nosso mercado. O sucesso da economia do Amapá também passa pelo pequeno, que cresce e agrega valor e conhecimento ao mercado”, afirmou o governador do Amapá em exercício, Antônio Teles Júnior.

Antônio Teles Júnior, governador em exercício, destaca importância das pequenas empresas para a economia

Criado em 2017, o Selo Amapá é uma certificação desenvolvida pelo Governo do Estado para valorizar e fortalecer os produtos da indústria amapaense.

“Nosso compromisso é ajudar a circular os produtos do Selo no Amapá e nas prateleiras do Brasil. Queremos levar empresários em missões ao Amapá para fazer negócios com os nossos empresários. Com essa proximidade, podemos entender melhor os propósitos e apoiar o empreendedorismo porque esse é o caminho que escolhemos para desenvolver o Amapá”, falou o governador Clécio Luís em vídeo exibido no encontro.

Proximidade com o mercado

O encontro marcou o início do projeto "Rodas de conversa com empresas do Selo Amapá: parcerias que transformam", que promove um ambiente favorável ao intercâmbio de negócios, ideias, experiências e estratégias para impulsionar tanto a política pública Selo Amapá quanto as empresas que dela fazem parte.

Foi promovido um "Café Empresarial" para apresentar a empresários os novos rumos do programa

As empresas com produtos do Selo Amapá são essenciais no processo de desenvolvimento econômico do estado, junto a políticas públicas adotadas nos últimos dois anos pelo Governo do Amapá. Ana Célia Ayres é empresária do ramo têxtil que comprova o sucesso do programa.

“Minha empresa é uma das poucas do Amapá que atendem todas as capitais brasileiras. Fazemos uniformes e todos eles levam na etiqueta o Selo Amapá. Acredito que com essa nova versão conseguimos fazer negócios com o resto do mundo”, citou a empresária.

O diretor-presidente da Agência Amapá, Wandenberg Pitaluga Filho, apresentou aos convidados as novas perspectivas para o Programa Selo Amapá, com novidades a serem adotadas ainda este ano.

“Através do empreendedorismo, vamos mudar as futuras gerações. Temos grandes conglomerados que valorizam o mercado do Amapá, mas a gente precisa cuidar de quem já tem produtos estruturados, mas que necessita do apoio do Estado”, comentou Pitaluga.

Wandenberg Pitaluga, diretor-presidente da Agência Amapá, adotou inovações para a política de estímulo à economia

A reestruturação dos aspectos legais, com benefícios tributários e adoção de requisitos para a certificação integram as novidades propostas. Além disso, o cashback para o consumidor, o fortalecimento das campanhas e a criação de um calendário de feiras serão adotados.

Certificação

Atualmente, o Selo Amapá conta com 193 empresas ativas e 1309 produtos cadastrados ativos em segmentos como bioeconomia, alimentos, artesanato, bares e restaurantes, entre outros setores, como os da empresa de Ely Pascoal.

Ely Pascoal, do ramo de varejo, cita que produtos com Selo Amapá são reconhecidos no mercado

"Nossos produtos têm uma visibilidade 'fora do normal'. É surpreendente. As pessoas reconhecem esses produtos do Amapá devido ao selo. Hoje eu estou vendo as coisas andarem na nossa economia. A minha esperança é no agro do Amapá. Queremos produzir 100% da farinha de macaxeira aqui sem ter que comprar de fora. A gente pode", comentou Ely, empresária do ramo de varejo e que produz farinhas e tapiocas.

São produtos que podem ser encontrados no mercado local e ainda são comercializados para outros estados e países. Com a reestruturação do programa, o Governo pretende ampliar o acesso dos produtos certificados a novas regiões do Brasil e ao mercado internacional.

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