Moda 'Cata Ovo': chapéu marca de Natanzinho Lima domina a última noite do Maior Réveillon da Amazônia
O acessório irreverente virou febre entre o público amapaense, impulsionando vendas ambulantes e compondo o visual de fãs no encerramento da festa do Governo do Estado.
A última noite do Maior Réveillon da Amazônia, realizado pelo Governo do Estado do Amapá, foi marcado não apenas pelo som do arrocha, mas por uma invasão de estilo. O "chapéu Cata Ovo", acessório que se tornou a marca registrada do cantor Natanzinho Lima, foi o protagonista absoluto entre os foliões, consolidando-se como o símbolo fashion do evento.
O sucesso do acessório não ficou restrito ao palco. Para muitos trabalhadores autônomos, a popularidade de Natanzinho foi uma oportunidade de negócio. Antônio Souza, morador do bairro Laguinho, viu no chapéu a chance de garantir um faturamento maior na virada de ano.
"Vim fazer uma renda extra e as vendas estão ótimas. O povo não quer só ver o show, quer estar caracterizado", afirmou o vendedor, que esgotou parte do estoque antes mesmo do show principal.
Estilo por Amor e Homenagem
Entre o público, os motivos para aderir à moda eram variados. Para o paraense Rodrigo Pinto, de 40 anos, morador do Jardim Felicidade 1, o uso do acessório foi uma prova de companheirismo.
"Vim para acompanhar o estilo a pedido da esposa. Ela queria que estivéssemos combinando com a energia do show", contou bem-humorado.
Já para os fãs mais jovens, o chapéu é uma forma de conexão direta com o ídolo. Marcos Vinicius, de 20 anos, vindo do bairro Muca, não pensou duas vezes antes de adquirir o seu.
"Comprei para ficar no estilo e homenagear o cantor. O Natanzinho representa a gente, e o chapéu é o diferencial dele", destacou o jovem.
O fenômeno do "Cata Ovo" no Amapá reforça o impacto cultural dos artistas nacionais na moda local, transformando grandes eventos públicos em vitrines de tendências e motores para a economia criativa do estado.
O Amapá virou. E você faz parte disso
O Réveillon 2026 adota o conceito “O Amapá virou. E você faz parte disso”, que simboliza não apenas a chegada de um novo ano, mas a transformação vivenciada pelo estado, evidenciada pela aprovação de 70% da população, conforme a última pesquisa pós-Expofeira. A celebração é promovida pelo Governo do Estado em parceria com o Instituto Artístico Cultural e Social Cena Livre, com articulação do presidente do Senado Federal e senador pelo Amapá, Davi Alcolumbre.
Mais do que uma festa, o evento consolida-se como um importante motor econômico. Ao longo de cinco noites, de 27 a 31 de dezembro, o Réveillon do Amapá integra turismo, cultura e oportunidades de negócios, reunindo mais de 50 atrações locais na Noite Amapaense. A programação inclui ainda os shows da virada com Nattanzinho Lima, Nattan e a Estação Primeira de Mangueira, além de apresentações do Grupo Revelação, Anitta, Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, no Encontro dos Amigos, em Macapá. A Noite das Aparelhagens contou com Crocolive, Transamérica, Som Tropical, Mega Gibson, Trepidante, Hippersom, Amazônia Fusion+, Matrix e Mega Pressão 360.
O Réveillon do Amapá 2026 também conta com o patrocínio das empresas 7K, Betano, O Boticário, Cartões Caixa e Elo. A edição deste ano promete repetir o sucesso de 2025. Com visibilidade internacional após a COP30, o estado busca transformar o Réveillon em uma vitrine global, fortalecendo a imagem de um Amapá sustentável, moderno e atrativo para investimentos. No entorno do anfiteatro da Fortaleza de São José, a expectativa é de que mais de 250 empreendedores garantam renda extra por meio dos espaços exclusivos disponibilizados pelo Governo do Estado.
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