'Aqui nossa arte é vista, reconhecida e gera renda', dizem artistas na celebração dos 268 anos de Macapá
Governo do Amapá transforma a Praça da Bandeira em vitrine da arte macapaense, valorizando artesãos, artistas visuais e a identidade cultural da capital.
A segunda noite de comemoração pelos 268 anos de Macapá, promovida pelo Governo do Amapá, foi marcada por muito mais do que apresentações musicais. A Praça da Bandeira se transformou em um grande espaço de valorização humana, cultural e econômica, onde artistas visuais e artesãos macapaenses ganharam protagonismo, visibilidade e reconhecimento pelo trabalho que sustenta histórias, identidades e gera renda.
A programação, que integra o calendário comemorativo iniciado na segunda-feira, 2, com o tradicional Festival de Iemanjá, reafirma o compromisso do Governo do Estado em colocar a cultura e os artistas locais no centro das celebrações, fortalecendo a economia criativa e ampliando o acesso da população à produção artística amapaense.
Entre telas, cores e peças artesanais, o público conheceu trajetórias que revelam talento, resistência e dedicação. A jovem artista visual Priscila Araújo Lopes, conhecida como Prit Araújo, de 24 anos, atua na arte há cinco anos e destacou o impacto direto das políticas culturais do Estado em sua vida profissional.
“Considero excelente esse espaço promovido pelo Governo do Estado, pois valoriza a cultura do nosso estado e oferece oportunidades aos artistas, muitos dos quais não têm a chance de mostrar seu talento. Com esses projetos, muitas pessoas são beneficiadas, e o público passa a conhecer nosso trabalho, o que nos permite gerar nossa própria renda por meio da arte”, afirmou.
A ancestralidade e a espiritualidade afro-amapaense também estiveram presentes na celebração. Graça Sena, artesã há mais de 20 anos, levou à praça sua arte afro-religiosa, apresentando símbolos dos orixás e narrativas que carregam a memória da luta dos povos negros.
“É uma oportunidade única. Precisamos desses espaços para obter uma renda adicional. Agradecemos ao Governo do Estado por nos proporcionar esses locais onde podemos apresentar nossa arte. Quando falamos da arte dos orixás, falamos da luta dos nossos ancestrais. Trazer isso por meio da arte é algo excepcional”, destacou.
Com quase três décadas de atuação no artesanato, Cléia Picanço Soares ressaltou a importância da continuidade das ações do Governo do Amapá voltadas aos fazedores de cultura.
“Muitas pessoas dependem exclusivamente do artesanato para sobreviver. O governador está tomando uma excelente iniciativa, pois antes não tínhamos espaços permanentes para expor nossos trabalhos. A partir da gestão do governador Clécio, passamos a ter esse espaço de forma constante”, relatou.
Ao integrar artes visuais, artesanato, música e manifestações culturais em um mesmo espaço, o Governo do Amapá reforça uma política cultural que reconhece o artista como agente de desenvolvimento social e econômico, garantindo oportunidades, fortalecendo identidades e aproximando a população da cultura produzida no estado.
As comemorações pelos 268 anos de Macapá seguem mostrando que celebrar a capital é também investir em quem constrói diariamente sua história, sua arte e sua alma.
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