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LANÇAMENTO DO FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA

Governo do Amapá realiza abertura gratuita do ‘Equinocial – Festival Internacional de Cinema’

Com exibição de sete curtas-metragens e homenagem a profissionais do setor, festival inicia programação continuada de formação e difusão cultural.

Por Ana Anspach
19/04/2026 16h07
Lançamento do Festival Internacional de Cinema do Amapá

O Governo do Amapá realizou, no sábado, 18, a abertura oficial do Equinocial – Festival Internacional de Cinema, no cinema Movieland, em Macapá. O evento de lançamento, ocorrido no Vila Nova Shopping, contou com a exibição de sete produções audiovisuais genuinamente amapaenses.

A iniciativa visa fortalecer o setor audiovisual no estado por meio de exibições, atividades formativas e intercâmbio cultural em todos os municípios. O projeto, iniciado em 2026, terá uma programação continuada dividida em ciclos, com o intuito de consolidar o Amapá como um polo ativo de produção cinematográfica na região amazônica.

Nesta primeira sessão, foram exibidos os curtas-metragens: Solo Agridoce, Heranças Negras, Tu Oro, Bandida Braba, Será que é lenda?, Wyrakauri Remie Mavo e Tempête à Régina. Realizado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o festival atua na gestão direta de políticas públicas para o setor.

De acordo com a secretária de Estado da Cultura, Clicia Vieira Di Miceli, o festival nasce para dar visibilidade à produção local, que possui grande potencial de mercado e resistência artística.

Secretária de Estado da Cultura, Clicia Vieira Di Miceli

"Estamos promovendo espaços de circulação para a produção feita ao longo dos anos no Amapá, impulsionada pelo edital da Lei Paulo Gustavo, que injetou R$ 22 milhões no setor. Era fundamental ocupar as salas de cinema, especialmente em um espaço genuinamente amapaense como o Movieland", destacou a secretária.

Para a diretora do filme Solo Agridoce, Jéssica Thaís, o festival representa uma vitória para a categoria. Seu curta percorre territórios quilombolas e espaços urbanos para resgatar a memória da população negra local.

"Esse filme só foi realizado graças ao apoio do Governo do Amapá e da Lei Paulo Gustavo. Ver o cinema amapaense ganhando força é significativo; esse incentivo abre caminhos para novos realizadores", ressaltou Jéssica.

Diretora do filme Solo Agridoce, Jéssica Thaís

O público também marcou presença, como a professora e compositora Lara Utzig, que prestigiou os colegas do setor.

"A sociedade deve valorizar quem produz cultura para levarmos a sétima arte a todas as comunidades", pontuou.

Professora, poeta e compositora, Lara Utzig

A programação de abertura encerrou com a entrega de certificados de reconhecimento de trajetória aos profissionais que contribuem para o desenvolvimento do audiovisual amapaense.

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ÁREA: Cultura