Governo do Amapá empossa 64 novas conselheiras para fortalecer a rede de proteção e autonomia feminina
A solenidade marca o compromisso com a democracia participativa e o controle social para garantir direitos e autonomia às mulheres amapaenses.
O Governo do Amapá realizou, na terça-feira, 5, no Salão Nobre do Palácio de Governo, a cerimônia de posse do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher do Amapá (Cedimap) para o novo biênio. Ao todo, 64 conselheiras, entre titulares e suplentes, assumiram o compromisso de atuar na formulação e fiscalização de políticas públicas voltadas ao público feminino em todo o estado.
O conselho é composto por 32 segmentos, que equilibram a representação entre órgãos governamentais e entidades da sociedade civil organizada. O grupo tem a missão de atuar como órgão consultivo e deliberativo, promovendo o diálogo entre a gestão estadual e as demandas reais das mulheres.
Para a secretária de Estado de Políticas para Mulheres, Simone Palheta, a posse é um passo estratégico para o fortalecimento da democracia no Amapá.
“A importância para o estado é fortalecer a democracia participativa, permitindo que o conselho participe da elaboração de políticas públicas e também do controle social. O Cedimap atua para que os direitos das mulheres sejam efetivados, colaborando com a implementação do acesso à justiça e fiscalizando as ações, indo além do combate à violência doméstica e olhando para a mulher como um todo”, destacou a secretária.
Com 22 anos de história, o Cedimap consolida-se como um dos principais instrumentos de defesa da cidadania feminina no estado. A conselheira Meri Sales, que representa o Fórum Permanente do Direito da Mulher no Estado do Amapá, celebrou a renovação do colegiado como uma vitória coletiva.
“Este é mais um momento de conquista. Para nós, significa mais uma ferramenta de controle social e monitoramento da política pública. Não existe uma gestão sem participação social e o conselho é esse espaço democrático onde levamos nossas demandas, que são escutadas pelo Governo do Estado e transformadas em serviços de qualidade”, afirmou Meri, que inicia seu terceiro mandato no conselho.
A conselheira pontuou ainda que o papel do Cedimap é propositivo, buscando melhorias em eixos fundamentais como saúde, educação, moradia e qualidade de vida.
“Estamos aqui para monitorar, mas também para fazer proposições que tragam dignidade para que todas as mulheres possam viver sem violência e com acesso a serviços públicos eficientes”, concluiu.
Histórico
Criado pela Lei Estadual nº 812, de 4 de março de 2004, o Cedimap atua há duas décadas no Amapá incentivando a autonomia econômica, social e política das mulheres, além de ampliar a participação feminina nos espaços de decisão pública.
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