Governador Clécio acompanha início das obras da primeira fábrica de cimento do Amapá: ‘um marco para o desenvolvimento e o futuro da nossa economia'
Empreendimento localizado em Santana, às margens do Rio Matapi, foi viabilizado por incentivos fiscais, segurança jurídica e apoio do Governo do Estado.
O governador Clécio Luís acompanhou, nesta sexta-feira, 3, a instalação da primeira fábrica de cimento do Amapá, às margens do Rio Matapi, em Santana, em uma área de mais de 14 hectares. O empreendimento da Cimento Forte, empresa da Companhia Brasileira de Materiais de Construção (CBMC), foi atraído ao estado pelos incentivos fiscais e pelo ambiente de segurança jurídica, política e ambiental oferecido pelo Governo do Amapá.
"É um marco para a economia do Amapá e demonstra como o estado está se desenvolvendo e se preparando para o futuro. Tenho a honra de participar deste momento histórico ao lado do empresariado amapaense e de empreendedores da construção civil, infraestrutura e habitação, que serão beneficiados diretamente por esse investimento”, destacou Clécio Luís.
Há dois anos, a Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá) vem conduzindo as tratativas que viabilizaram a implantação da fábrica, resultado de um investimento privado de R$ 120 milhões. O Estado vai conceder os incentivos fiscais previstos em lei, incluindo regime tributário especial para a aquisição de insumos.
Na etapa atual, o empreendimento está em fase de supressão vegetal, após ser licenciado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). Paralelamente, a Secretaria de Estado dos Transportes elaborou o projeto de implantação do acesso terrestre à fábrica.
"Esse foi um trabalho que não aconteceu da noite para o dia. Nos últimos anos, construímos todas as etapas necessárias para viabilizar esse investimento: a atração do empreendedor, a aquisição privada da área, a definição dos incentivos fiscais junto à Secretaria da Fazenda e o licenciamento ambiental pela Sema em tempo recorde. Esse conjunto de ações garante segurança para quem decide investir no Amapá", destacou o diretor-presidente da Agência Amapá, Wandenberg Pitaluga.
O gerente de projetos da Cimento Forte e engenheiro químico, Hélio Viero Albino, destacou que a expectativa é que a fábrica entre em operação em até dois anos. Segundo ele, o projeto é resultado de uma década de estudos sobre a viabilidade da implantação da empresa no Amapá, concretizada com o apoio do Governo do Estado na atual gestão.
"É um sonho de mais de dez anos. Recebemos um grande suporte do governador Clécio Luís e de todas as secretarias envolvidas. Para a empresa, esse é um passo importante e uma grande aposta no Amapá. Sabemos que o estado vai crescer e queremos fazer parte desse desenvolvimento, crescendo junto com ele", afirmou Albino.
Além de atender o mercado local, a expectativa é que a produção seja exportada para outros estados da Amazônia. A planta industrial terá capacidade para produzir 600 mil toneladas de cimento por ano, com moagem de 90 toneladas por hora e operação totalmente automatizada. De imediato e inicialmente, a obra vai gerar 85 empregos diretos e indiretos.
Ao movimentar setores como transporte, alimentação, vigilância e logística portuária, o empreendimento é considerado um passo estratégico para a industrialização do estado, fortalecendo a cadeia da construção civil e reduzindo a dependência do Amapá de cimento proveniente de outras regiões do país.
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