Agosto Lilás: moradoras do Residencial Mucajá recebem tarde de lazer e conscientização pelo Governo do Amapá
Iniciativa discutiu a importância de reconhecer os sinais da violência contra a mulher, além de levar informações e orientações sobre como buscar ajuda em instituições de proteção à vítima.

No mês do Agosto Lilás, campanha que reforça o combate à violência contra a mulher, o Governo do Estado realizou uma série de campanhas sobre o tema, e na quarta-feira, 30, quem recebeu a iniciativa foram as mulheres do Residencial Mucajá, na Zona Sul de Macapá.

“Esse momento é muito necessário em nossas vidas, porque traz conhecimento sobre nossos direitos, principalmente aqui no residencial Mucajá. Muitas mulheres que sofrem violência, na maioria das vezes, não sabem como pedir ajuda e têm medo porque dependem do marido. Recentemente passei por essa situação, mas soube pedir socorro e fui muito bem atendida, então, temos que nos unir”, relatou a microempreendedora, Elizama Oliveira, de 42 anos.
Durante a programação, as participantes receberam uma dinâmica com frases escritas em pequenos papéis onde apresentaram falas comuns de companheiros com iniciativas violentas, e a cerca de cada leitura foram feitas reflexões e discussões sobre as frases. O encontro reforçou a importância da união entre comunidade e poder público no enfrentamento à violência de gênero, fortalecendo vínculos sociais e estimulando a valorização da mulher.

A ação foi coordenada pela secretaria de Estado da Habitação (Sehab) em parceria com a Secretaria de Políticas para Mulheres (SEPM) e o Levante Feminista. A coordenadora do projeto “Bem-Estar” Alexandra Roberta, comentou sobre a finalidade do encontro no habitacional.

“Essa roda de conversa não é só para falar da violência, mas sobre as redes de atendimentos, onde elas podem buscar ajuda, é um momento também de fazer um acolhimento dessas mulheres, porque as mulheres dos habitacionais têm essa maior incidência de vulnerabilidade. Então, o Governo do Estado tem essa preocupação, não é apenas entregar habitacionais, é cuidar das pessoas e garantir a dignidade humana”, afirmou Alexandra.
Posterior à roda de conversas e dinâmicas, as mulheres receberam um café da tarde com direito a brindes e música ao vivo. A reunião trouxe interação, alegria e fortaleceu o sentimento de apoio e atenção do poder público.

“Nunca sofri violência, mas a minha irmã já. Sabemos que existem muitas mulheres que passam por essa situação, e às vezes é difícil de sair porque não tem uma rede de apoio, então é importante nós sabermos que não estamos sozinhas, que há com quem contar e que podemos ligar para pedir ajuda. Aprendemos coisas aqui de medidas de segurança que nem sabíamos que existiam, e esse conhecimento faz a diferença para nossa proteção”, comentou Diane Vilhena, de 36 anos.
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