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Exposição destaca espécies de peixes e crustáceos típicos da região amapaense

Coleção Fauna do Amapá faz parte da programação de 25 anos do Iepa

Por Redação
13/10/2016 13h59

Os visitantes da exposição “Coleção Fauna do Amapá”, que faz parte da programação de aniversário de 25 anos do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnologias do Amapá (Iepa), têm tido a oportunidade de conhecer mais sobre a biodiversidade do estado. Nesta primeira semana, estão expostas diversas espécies de peixes e crustáceos da região amapaense.

Entre os peixes expostos estão tralhotos, acarás, arraias entre outros. De acordo com a pesquisadora do Iepa, Cecile Gama, os animais representam as mais de 500 espécies catalogadas pelo instituto.

“Isso é um número importante, pois das três mil espécies de peixes encontradas na Amazônia, mais de 10% são encontradas apenas nas bacias amapaenses. São peixes ornamentais, piranhas, candirus, além de novas espécies que estão sendo catalogadas”, informou.

Segundo a pesquisadora, a grande diversidade destes animais se dá pelas bacias isoladas como a do Oiapoque, do Araguari e do Jari, além do escudo das Guianas e o Grande Amazonas. O clima característico também ajuda na existência dessas espécies endêmicas.

No grupo dos crustáceos estão sendo expostas diversas espécies de caranguejos e camarões que também são típicos da região amapaense e habitam os rios e lagos do Estado.

A exposição fica aberta ao público até domingo, 16, das 9 às 17 horas na Casa de Vidro, localizada no Museu Sacaca. A partir da próxima semana serão expostas as espécies de répteis e anfíbios característicos da região amapaense.

 

Iepa e pesquisa 

O Iepa compreende em três polos formados, além do Museu Sacaca, pela setor de farmácia, arqueologia e administração que é chamado núcleo urbano. O acervo do Iepa conta, atualmente, com mais de 45 mil espécies de fauna e 25 mil espécies da flora que fazem parte da riqueza do Amapá.  

Wagner Costa, destaca ainda as contribuições da instituição em várias áreas de atuação, como pesquisas com plantas medicinais, produção farmacêutica com produtos naturais, pesquisas históricas que deram origem ao Museu Sacaca, pesquisas relacionadas com o reordenamento territorial, testes com inseticidas, biotecnologia, entre outros.  

As exposições seguem até 4 de dezembro com amostras de pesquisas de fitoterápicos, fitocosmésticos e tecnologias de alimentos, além de exposição de mamíferos e clonagem vegetal.    

 

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